É cômodo ver Wolf Hall, da britânica Hilary Mantel, que acaba de ganhar uma nova edição brasileira, como um romance histórico. Mas o rótulo simplifica uma combinação mais difícil de classificar, que inclui a pesquisa minuciosa, comum nos melhores exemplos do gênero, e a densidade psicológica, o uso de elementos míticos - e a sombra de Shakespeare. “Eu venero Shake...

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