Com os penduricalhos, os salários sobem exponencialmente, fazendo com que, não raro, fiquem em sua maioria acima do teto constitucional. O teto válido até dezembro do ano passado era de R$ 33,7 mil - o valor subiu para R$ 39,4 mil com o reajuste nos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Apenas em outubro, por exemplo, não houve nenhuma remuneração acima de R$ 100 mil. Em fevereiro, maio, novembro e dezembro, pelo menos um magistrado recebeu vencimento bruto superior a R$ 100 mil. O mês com mais remunerações acima de R$ 100 mil foi julho, que também teve a maior média paga por magistrado: R$ 51,75 mil.

O maior vencimento registrado em 2018 foi R$ 148 mil para uma desembargadora, em junho.