Deputados do bloco chamado Centrão voltaram a pedir a liberação para abertura de cassinos no País. O presidente Jair Bolsonaro não deu resposta definitiva ao pedido, mas afirmou que tudo pode ser "conversado". Para o presidente, antes de aprovar  seria necessário consultar a bancada evangélica. O grupo religioso se posiciona contra o projeto de liberar jogos de azar, no entanto, já admite poder discutir uma alternativa.

Antes do segundo turno, o então candidato Bolsonaro negou ser favorável a liberar a abertura de cassinos. "Vou legalizar cassinos no Brasil? Dá para acreditar em uma mentira dessas?", disse Bolsonaro. O presidente declarou também que cassinos no Brasil serviriam para "lavar dinheiro" e "destruir famílias". 

Nomes como, Marcelo Crivella (Republicanos), prefeito do Rio e Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, são favoráveis à legalização de cassinos. Maia defende que a medida seja restrita a resorts e Crivella sustenta que a liberação deve ser apenas para estrangeiros, com anseio de atrair empreendimentos para a capital fluminense.

Em 2015, foi instalada uma comissão especial para avaliar a proposta de legalização de cassinos, bingos, jogo do bicho, entre outras modalidades. As discussões não avançaram até então. Um projeto de lei que autoriza a exploração de jogos de azar, em todo território nacional está pronto para votação em plenário. 

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