Dos cinco candidatos a prefeito de Rio Verde, dois ficaram felizes e otimistas com o resultado da pesquisa Serpes / O POPULAR, divulgada neste sábado (17). Não por acaso, eles são os primeiros colocados no levantamento: o prefeito Paulo do Vale (DEM) e o médico Osvaldo Fonseca, o Dr. Osvaldo (MDB). Com maior rejeição, Vavá de Paula, o Professor Vavá (PT), manifestou sentimento contrário e disse que prefere ignorar o resultado. Os outros dois postulantes não atenderam às ligações.

Paulo do Vale busca a reeleição no município e despontou, na pesquisa, com 65,3% das intenções de voto. “Fico extremamente feliz, porque sinaliza que a população está aprovando nossa gestão. Afinal, para quem quer ser reeleito, a base são as ações que foram feitas durante o mandato e investimos muito em todas as áreas, mas especialmente na educação e na saúde, principalmente no combate à Covid-19”, avaliou. 

Segundo colocado, com 14,2% das intenções, Osvaldo Júnior também viu o resultado com otimismo. “Até 20 dias atrás eu só era conhecido pelos meus pacientes e minha família, então estou muito satisfeito, mostra que podemos crescer ainda mais. Também não existia oposição em Rio Verde e onde eu ando o pessoal fala que não quer reeleição, eles querem um projeto diferente”, pontuou.

O professor Vavá, que está no quarto lugar, com 1,7% dos votos, rechaçou o resultado. “Não é possível que eu, que já fui candidato outras vezes, só tenha esse percentual. Ainda mais com a campanha iniciada”, disse. 

Além do baixo índice, o petista também aparece com a maior rejeição no município, com 13% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Para Vavá isso não faz sentido e descartou que isso seja causado por uma onda antipetista. “Em 2018, Haddad teve votos expressivos aqui, isso não explica. Quem deveria ter a maior rejeição é o prefeito, eu sou o único candidato de oposição, enquanto Paulo tem apoio do governador”, afirmou. 

De fato, o prefeito é o segundo no índice de rejeição, com 12,7%. O democrata, porém, minimiza: “Todo mundo tem rejeição, principalmente quem está no poder. E é um índice pequeno, quer dizer, se o segundo colocado tem 14%, isso significa que ainda tem 2% que eu posso conquistar. Se eu estivesse com uma rejeição muito maior do que as intenções de voto, aí sim eu estaria muito ruim”, conclui.