Caiado justificou sua decisão dizendo que a vacina é voluntária, de foro pessoal, é um direito constitucional e que não pode se impor obrigatoriedade. “Cada cidadão tem o direito de poder fazer a sua escolha nós não podemos impor em um regime democrático com uma Constituição cidadã que a pessoa amanhã seja privada de algo que deseja, que não e o sentimento dele ou a v...

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