O contentamento é evidente quando Patrícia Carvalho, 32 anos, manicure e cabeleireira autônoma que desde o início da pandemia viu sumirem as clientes pelo receio de contágio, fala sobre o que faz ao receber parcela do auxílio emergencial, sem o qual, diz, “tava lascada, as contas vêm, mas o que tenho de fazer agora é comer”. “Vou e compro tudo o que a gente quer come...

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