Editorial

Ganha cada vez mais força a discussão sobre a relação entre custo e benefício da suspensão das aulas presenciais. Trata-se, indubitavelmente, de um debate essencial que deve considerar os riscos de contágio e aceleração da curva de mortes por Covid e também o prejuízo no aprendizado de milhões de crianças e jovens. Reportagem na edição do fim de semana mostra que Goiás ainda está longe de atingir os indicadores estabelecidos como condição para a volta às salas de aula: redução da ocupação de ocupação de leitos até que se chegue a um patamar de no máximo 75% e queda no número de mortes em, pelo menos, 15%. Restando três meses para o fim do ano letivo, as probabilidades de que as atividades presenciais sejam retomadas ainda em 2020 tornam-se cada vez mais distantes. Diante da realidade, é preciso que famílias, educadores e poder público encarem os fatos e usem a criatividade para minimizar os impactos do longo período de isolamento, da falta de interação entre as crianças e das dificuldades óbvias de um ensino remoto em um país de profundas desigualdades sociais, que tendem a se agravar ainda mais. O debate é fundamental e o período desafiador exige medidas eficazes e inteligentes contra a crise da educação.

Ganha cada vez mais força a discussão sobre a relação entre custo e benefício da suspensão das aulas presenciais. Trata-se, indubitavelmente, de um debate essencial que deve considerar os riscos de contágio e aceleração da curva de mortes por Covid e também o prejuízo no aprendizado de milhões de crianças e jovens. Reportagem na edição do fim de semana mostra que Goiás ainda está longe de atingir os indicadores estabelecidos como condição para a volta às salas de aula: redução da ocupação de ocupação de leitos até que se chegue a um patamar de no máximo 75% e queda no número de mortes em, pelo menos, 15%. Restando três meses para o fim do ano letivo, as probabilidades de que as atividades presenciais sejam retomadas ainda em 2020 tornam-se cada vez mais distantes. Diante da realidade, é preciso que famílias, educadores e poder público encarem os fatos e usem a criatividade para minimizar os impactos do longo período de isolamento, da falta de interação entre as crianças e das dificuldades óbvias de um ensino remoto em um país de profundas desigualdades sociais, que tendem a se agravar ainda mais. O debate é fundamental e o período desafiador exige medidas eficazes e inteligentes contra a crise da educação.

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