Um endereço de 67 anos talhados na história da capital ressurge hoje, oxigenado, na Praça do Trabalhador. A Estação Ferroviária integra o acervo Arquitetônico e Urbanístico de Goiânia

e está resguardada como Patrimônio Cultural Brasileiro, mas é no coração de cada habitante dessa cidade que consolida seu valor mais exuberante. Reportagem nessa edição mostra antigos ferroviários que, a convite do POPULAR, revisitaram o prédio que se confunde com suas vidas. Mas mesmo quem cresceu distante do apogeu dos trens ganha mais motivos para comungar desse sentimento.

O Magazine de hoje noticia o surgimento do Museu Frei Confaloni.

Ao reunir um acervo de 142 obras do religioso, o espaço se inscreve automaticamente como mais um ponto de convergência cultural numa região que, aos poucos, por esforços ligados à economia criativa, começa a dissipar a degradação urbanística.

Muitos patrimônios arquitetônicos revitalizados mundo afora voltam a fenecer por falta de uso coletivo pelas comunidades onde estão inseridos. Cabe ao goianiense, a partir de hoje, usufruir do bem imaterial que, com orgulho, lhe pertence.