Foi sancionada ontem a lei que determina a utilização de canudos de material biodegradável em restaurantes, bares, lanchonetes e estabelecimentos similares do Estado, sob pena de multa de R$ 500 a R$ 3 mil, em favor do Fundo Estadual do Meio Ambiente (Fema).

A nova legislação acompanha tendência observada em outros municípios, como o Rio de Janeiro, primeira capital brasileira a proibir o fornecimento de canudos plásticos. Trata-se de uma medida importante, porque estimula a reflexão sobre o uso de supérfluos. A proibição do canudinho pode levar a mudanças no estilo de vida e nos padrões de consumo da sociedade, contribuindo para a construção de um novo paradigma, que leve a um modo de vida mais sustentável.

Por outro lado, tem um caráter meramente simbólico. Para resultados efetivos, são necessárias outras ações para que a gestão de resíduos tenha melhorias.

A substituição de descartáveis plásticos por similares biodegradáveis é fundamental, mas sempre deve ser acompanhada por campanhas educacionais, a fim de orientar a população sobre a importância dessas medidas. Só assim a boa vontadese traduzirá também em preservação.