Num cenário de sangria de usuários do sistema, o transporte coletivo precisa apostar em diversificação. Responsável pela gestão das linhas na região metropolitana de Goiânia, a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) lança mão de uma solução simples e, de quebra, cobre um vácuo que contrasta com a conhecida hospitalidade goiana.

Isso porque o uso de ônibus na capital requer um nível de familiaridade com o sistema inatingível a um usuário eventual. Não foram raras as vezes em que turistas, desavisados, subiram nos coletivos sem cartão, gerando certo constrangimento.

A solução, segundo reportagem nessa edição, vem na forma de um folheto com informações básicas a respeito do transporte coletivo, sinalizando os principais pontos do chamado Centro Expandido e as linhas que passam pelos eixos de conexão.

Trata-se de uma providência singela, sem potencial para, sozinha, amenizar os problemas crônicos do transporte coletivo.

Mas a identificação de déficit acompanhada de correções é uma forma de fazer mais amigável e, portanto, atrativo o sistema do qual depende a saúde da cidade.