O IBGE divulgou nesta quinta-feira (30) a taxa de desemprego no Brasil, assinalando um recuo de 13,7% no trimestre encerrado em julho. Uma análise dos números permite dizer que o aumento do número de pessoas ocupadas foi puxado principalmente pela informalidade, que chegou a 40,8% do total de trabalhadores em atividade. São 36,3 milhões de pessoas nessa situação. Houve também melhora no emprego formal, com mais da metade da população economicamente ativa ocupada, o que não ocorria desde abril de 2020.

No entanto, mesmo quando a crise passar e a economia voltar à normalidade, o Brasil precisa atacar seus gargalos para que a taxa de desemprego fique abaixo dos 10%.

Nosso desemprego basilar é mais alto do que o de países desenvolvidos, em grande medida devido ao baixo nível de formação da mão de obra, alto índice de rotatividade e informalidade. Alguns analistas incluem aí o alto custo de contratação dos trabalhadores, o que é sempre objeto de controvérsia.

Contudo, é consenso que e Educação é o principal fator para conseguir melhorar a capacidade das pessoas no mercado de trabalho. Se quisermos que a notícia de ontem seja uma constante no futuro, é preciso agir agora, no presente.