Nesta edição, a editoria de Vida Urbana mergulha nas estratégias do Estado para conter o avanço da Covid-19, acelerado com a circulação de novas variantes, cujo contágio se dá de forma mais ágil.

Essas questões biológicas naturais do patógeno, aliadas à letargia no fornecimento de vacinas, contribuem para um cenário preocupante. Pelo menos 15 cidades goianas enfrentam neste mês de fevereiro a pior situação desde a declaração de pandemia, em março passado. Ou seja, nesses municípios, jamais a circulação do vírus foi tão catastrófica quando neste momento.

As circunstâncias, portanto, exigem novos esforços, sempre arquitetados na esfera do poder público em máxima consonância com a sociedade organizada.

Contudo, para que os efeitos possam ser controlados com rigor, urge que o cidadão assuma parte de sua responsabilidade nessa crise sanitária que exaure a todos nós.

Ontem, o governador Ronaldo Caiado apontou a existência de casos de pessoas que não voltaram para receber a segunda dose da vacina, sem a qual a eficácia se reduz.

Aí reside uma amostra do quanto precisamos ainda nos conscientizar até construirmos uma saída coletiva. Até porque, sozinho, ninguém sairá dessa.