Como é fácil supor, a pandemia afetou sensivelmente a trajetória da economia ao longo de 2020 e de 2021. Afinal, até o fim do primeiro semestre, persistiam incertezas quanto a disseminação da variante delta, e a necessidade de acirrar as medidas de isolamento social requeridas para atenuar seus impactos adversos na população. Tudo sinaliza para uma queda da atividade econômica, como de fato, até o segundo trimestre, se verificou.

O PIB brasileiro teve queda de 0,1% no segundo trimestre do ano, em relação ao primeiro trimestre - uma estabilidade depois de três trimestres positivos seguidos de crescimento da economia. Por sua vez, como indica reportagem nessa edição, Goiás ascendeu. O Boletim da Economia Goiana, do Instituto Mauro Borges (IMB), aponta um crescimento de 4,4% no segundo trimestre de 2021, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Para tanto, há diferentes alicerces.

Além da pecuária, destaca-se a indústria, que, em comparação com o mesmo período do ano passado, cresceu 0,7%. O setor de serviços avançou 8%.

No acumulado do ano, o comércio já apresenta acréscimo de 13,9%. Assim, a força da diversificação se faz sentir nos números.