Editorial

A evasão escolar é um problema recorrente no cenário educacional brasileiro, agravado firmemente na pandemia. Em janeiro último, o Unicef em parceria com o Instituto Claro divulgou o estudo “Enfrentamento da cultura do fracasso escolar”, pelo qual um número preocupante veio à tona. No ano passado, mais de 5,5 milhões de crianças e adolescentes não tiveram acesso à educação. O dado é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE.

De outubro passado, 1,38 milhão de estudantes de 6 a 17 anos não frequentaram a escola, nem de modo presencial e/ou remoto, número que corresponde a 3,8% dos alunos. A taxa é superior à média nacional de 2019, que foi de 2%.

Reportagem nessa edição mostra a reedição da tragédia em solo goiano agora em 2021. Segundo a Secretaria de Estado da Educação, mais de 35 mil estudantes da rede deixaram de renovar matrículas ou solicitar transferência para outras escolas. É um retrato matematicamente doloroso da evasão escolar.

Urge pois que a sociedade discuta uma forma de estancar essa sangria, com a qual o futuro da nação fica severamente comprometido e os efeitos da pandemia, prolongados.

A evasão escolar é um problema recorrente no cenário educacional brasileiro, agravado firmemente na pandemia. Em janeiro último, o Unicef em parceria com o Instituto Claro divulgou o estudo “Enfrentamento da cultura do fracasso escolar”, pelo qual um número preocupante veio à tona. No ano passado, mais de 5,5 milhões de crianças e adolescentes não tiveram acesso à educação. O dado é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE.

De outubro passado, 1,38 milhão de estudantes de 6 a 17 anos não frequentaram a escola, nem de modo presencial e/ou remoto, número que corresponde a 3,8% dos alunos. A taxa é superior à média nacional de 2019, que foi de 2%.

Reportagem nessa edição mostra a reedição da tragédia em solo goiano agora em 2021. Segundo a Secretaria de Estado da Educação, mais de 35 mil estudantes da rede deixaram de renovar matrículas ou solicitar transferência para outras escolas. É um retrato matematicamente doloroso da evasão escolar.

Urge pois que a sociedade discuta uma forma de estancar essa sangria, com a qual o futuro da nação fica severamente comprometido e os efeitos da pandemia, prolongados.

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