Antes tidos como meros pontos de conexão entre cidades, os aeroportos têm hoje papel mais complexo. Há competição entre os terminais para a captação de operações e consequentemente mais passageiros, razão pela qual a prestação de um serviço mais eficiente deve ser objeto de atenção constante. Tanto que, em Goiás, há esforços para internacionalizar o Santa Genoveva, criando uma alternativa à parte do mercado que hoje atua em Brasília. É saudável que assim seja.

Reportagem na edição de ontem mostra que o terminal da capital posicionou-se como o 6º melhor avaliado entre os 20 principais do País. Segundo a Pesquisa de Satisfação do Passageiro e de Desempenho Aeroportuário, feita
pelo Ministério de Infraestrutura com relação ao terceiro trimestre, o Santa Genoveva obteve nota 4,54 numa escala de 1 a 5. Destaca-se em questões estruturais, como esteiras, limpezas e segurança, peca em serviços, como internet e alimentação.

A satisfação dos passageiros cresce desde 2013, início da série histórica. Naquele ano, 69% dos viajantes tinham os aeroportos como bons ou muito bons. Hoje, 90% estão satisfeitos ou muito satisfeitos. Goiânia deve continuar a aprimorar seu potencial, para seguir nessa tendência.