A criança de Guiné, que muitos acreditam ter sido o primeiro caso do atual surto de ebola na África Ocidental, pode ter contraído o vírus de morcegos que viviam perto de sua aldeia. 

A afirmação partiu de um estudo conduzido por cientistas do Instituto Robert Koch, em Berlim, e publicado online pela revista EMBO Molecular Medicine. 

Apesar da confirmação final sobre essa ligação entre os morcegos e o ebola seja dificultada depois que a aldeia em que a criança vivia ter sido incendiada, causando a morte de 10 pessoas, os cientistas encontraram DNA residual suficiente no tronco carbonizado da árvore em que os morcegos habitavam para a realização do estudo. Também foi recolhido o DNA fecal dos animais nas proximidades da aldeia, o que identificou os morcegos como sendo da espécie Mops condylurus.


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