O Chile enfrentou ontem o quinto dia seguido de protestos, apesar de um toque de recolher e de o governo ter revogado o aumento de quase 4% da passagem do metrô, que havia desencadeado as manifestações. O número de mortos subiu para 15. Criticado por dizer que o Chile estava “em guerra”, o presidente, Sebastián Piñera, prometeu anunciar “medidas sociais” para conter a c...

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