Quem sintonizava na extinta TV Rio na década de 1960 se deparava com uma sorridente senhora de cabelos brancos e óculos, sentada ao piano, executando choros e valsas em um ritmo cadenciado. Entre uma música e outra no programa Velhas Estampas, Tia Amélia contava causos de sua juventude, uma constante batalha para que pudesse se dedicar ao instrumento que começou ...

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