Se fechar os olhos agora, o artista visual Ricarjones, 42, ainda consegue sentir o cheio das piscinas do Jóquei Clube e as cores dos grafites que estampavam o muro do local. Foi no Centro de Goiânia que o mineiro de Uberlândia viveu parte de sua infância, indo de uma ponta a outra no meio do comércio desordenado das calçadas e dos arranha-céus deteriorados pel...

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