A casa da professora Fernanda Salgado, de 49 anos, poderia até ser facilmente confundida com um museu de história goiana. Chão de cimento queimado, fogão à lenha, pilão, candeeiro e malas antigas utilizadas nas viagens de trem de Goiás a Minas Gerais e que ela usava como mesa de centro. Quase todos os objetos foram doados para parentes há pouco mais de dois anos quan...

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