Chegou o grande dia. André, Elana, Jéssica, Zulu, Paula e Viegas se encontrarão, ao vivo, com seus ex-companheiros de tribo e, sob o comando de Andre Marques, poderão relembrar a temporada de No Limite e assistirem juntos os momentos finais desta edição, gravados na Praia Brava. Mas, desta vez, o público é quem decidirá os rumos do jogo. O grande campeão será definido por meio de votação popular pelo site do Gshow. Ao final da noite, dos seis semifinalistas, apenas dois concorrerão ao prêmio de R$500 mil. Já fez as suas apostas?

Sim, as mulheres do reality mandaram muito bem ao longo de toda a temporada. Mas, por outro lado, é preciso reconhecer que os homens não ficaram para trás. Cada um à sua maneira e com diferentes habilidades nas provas e no acampamento, André, Zulu e Viegas, os três representantes do time masculino na semifinal, tiveram papel essencial em suas tribos ao longo do reality.

Focado, determinado e dono de muita força física, Zulu se destacou na Carcará. Treinador de atletas e lutadores, o carioca sabia motivar a tribo nos momentos certos e acabou unindo o grupo com seus discursos antes das provas. Sobre o seu desempenho no jogo, Zulu faz um balanço de seus melhores momentos: “O último confronto entre as tribos foi a vitória que mais me fez vibrar. A gente conseguiu abrir uma vantagem e a Calango, sem desistir, quase conseguiu nos vencer. Por pouquinho, conseguimos. E, logo depois, ainda consegui ganhar a imunidade. A sensação de dever cumprido não tem preço”, revela o jogador que, nessa prova, levantou – sozinho – um dos caixotes usando a força de todo o corpo.

Já Viegas, sempre calmo e acolhedor na convivência, saía do acampamento rumo aos desafios do dia com sangue nos olhos e muita concentração. Assim como Zulu, o músico também participou de momentos decisivos em vitórias pela tribo Carcará, principalmente nas provas de mira, como quando conseguiu vencer, de virada em uma disputa com André, acertando as bolas com correntes na estrutura. “Eu acho que todas as pessoas que tiveram a oportunidade de estar comigo ali no jogo, perceberam o quanto eu sou um cara íntegro, verdadeiro, competitivo, um jogador que chama no peito, decide e resolve. Estou muito feliz com o meu desempenho no jogo. Sem menosprezar ninguém, acho que mandei muito bem em tudo o que eu tive a oportunidade de fazer”, conta o semifinalista.

Encerrando o time masculino na semifinal, André conseguiu ser querido e, ao mesmo tempo, temido por todos. Amoroso, atencioso e muito bom de prova, o seu desempenho era sempre o mais temido pelos Carcarás. Ainda na Calango, chegou a ser eleito como um “líder” do grupo e, logo depois, a tribo conseguiu sair do jejum de cinco derrotas e conquistou as duas provas da semana. “Acabaram me elegendo dessa forma porque sempre gostei de ajudar quem está por perto e acabei dando ideias que foram úteis. Não me sentia melhor que ninguém por isso, pelo contrário, sentia que tinha mais responsabilidades. Mas foi bem leve, conseguimos essas duas vitórias. Acabou sendo uma honra para mim essa oportunidade”, diz ele.

 

Força feminina

Representantes da força feminina na semi-final, Elana, Jéssica e Paula mostraram, desde o início, que sabiam jogar com muita raça e coragem. Cada uma à sua maneira, as três semi-finalistas tiveram participações decisivas em vitórias pelas suas tribos. Jéssica foi a responsável por comandar a estratégia para rolar uma jangada através do circuito de areia, utilizando apenas troncos de madeira, e garantiu a primeira vitória da Calango no reality. Já quando a tribo corria o risco de encarar o Portal pela terceira vez seguida, a catarinense se garantiu na montagem do quebra-cabeça e venceu a imunidade para seu grupo.

Já pela Carcará, Elana e Paula, em suas próprias palavras, “não perderiam para homem nenhum”. Fortes, focadas e determinadas, as duas mostraram que também eram boas de mira quando conseguiram derrubar todos os toquinhos com sacos de areia logo após serem carregadas, com os pés e mãos amarrados, pelos seus companheiros de equipe através de um circuito. Vencedora da prova mais aguardada da temporada, Paula revela como foi encarar as iguarias exóticas: “A prova mais difícil pra mim, com certeza, foi a Prova da Comida. Eu tinha preparado o meu psicológico para essa experiência, mas eu jamais imaginaria que teria coragem para comer uma barata viva. Mas eu queria sim viver esse momento. A minha experiência no programa não seria completa sem a prova mais icônica”.