O Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC) foi reaberto com um conjunto de obras exibidas em outras ocasiões, caso de uma série de gravuras de Ana Maria Pacheco, que tinha sido vista pela última vez em 2013. Os trabalhos ocupam boa parte do segundo andar do espaço ao lado de outros nomes, como do mineiro Benjamim Coelho, do pernambucano João Câmara e do goiano Sandro Gomide. No pavimento principal, estão em cartaz trabalhos de Rodrigo Godá, Pitágoras, Selma Parreira, Luiz Mauro e fotografias de Caio Reisewitz.

A mostra foi inaugurada na terça-feira e ficará aberta para visitação por três meses. Segundo o diretor do museu, Leonam Fleury, a proposta é que o público conheça o acervo técnico do MAC, além de uma maneira de criar uma ponte entre público e museu. “Isso aqui é muito isolado, longe e ainda vai levar muito tempo para se criar um hábito de visitar”, ressalta ele, ao garantir ainda que em cerca de 30 dias reabrirá as duas galerias do espaço e fará uma abertura oficial da exposição Acervo, que tem sua curadoria.