Para muitos goianos no exterior, provar qualquer comida típica é também uma forma de recriar, por meio do paladar, o ambiente doméstico em que viviam antes de migrarem. Há um ano em Toronto, no Canadá, a fonoaudióloga goiana Juliana Peres Machado, de 28 anos, suspira quando pensa em pamonha, verdadeira obsessão entre os goianos no exterior. “De sal, de doce ou a moda,...

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