Em maio, quatro brasileiros colocaram o público do Festival de Cannes de pé. De um lado, Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles e a violência de Bacurau. Do outro, Karim Aïnouz, Rodrigo Teixeira e a crueza poética de A Vida Invisível de Eurídice Gusmão. O que muita gente não sabe é que o cinema independente feito aqui também conquista entusiastas do lado de ...

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