Quando venceu o Prêmio Sesc de Literatura em 2005, o romance Hoje Está um Dia Morto foi classificado como um turbilhão iconográfico no qual palavras, mais do que texto, formavam imagens. Foi como se o escritor André de Leones entrasse na cena literária de uma forma veloz e furiosa. Nas palavras do próprio autor, de um jeito “agressivo e desfolegado”. Agora, quas...

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