A sensação é como se uma tala estivesse presa nas costas da empresária Adélia Campos Cruvinel, de 67 anos. Quando encosta, a dor fica intensa. Por vezes, ela não consegue agachar ou fazer movimentos mais vigorosos com o corpo. “Dormir é um sacrifício”, conta ela. Aprender a conviver com a dor foi uma das alternativas encontradas por Adélia para tentar driblar...

Você se interessou por esta matéria?

Assinar O Popular

Você terá acesso ilimitado
a todo o conteúdo
VER PLANOS
Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários