É impossível falar sobre o gênero documentário sem citar Eduardo Coutinho, cineasta que fazia cinema de conversa, de palavra filmada, de encontro – como definiu, na retrospectiva dedicada a ele, em 2003, o Centro Cultural Banco do Brasil. É que o paulistano queria proximidade, silêncio, olho no olho. Há muito dos ensinamentos de Coutinho na trajetória do jorna...

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