Um olho por uma tarrafa

“Juro por esses olhos que a terra há de comer” – e Francisco jurou mais uma vez enquanto manobrava a camionete que nos conduzia de volta à vila, outrora de simples pescadores e agora famoso destino turístico. Já era noite e pouco se podia ver das bonitas dunas brancas e das lagoas formadas pelas chuvas. Eu estava no banco de trás junto com outros…

Você se interessou por este conteúdo?

Seja nosso convidado.

É só usar as chaves para abrir até
5 conteúdos por mês.
QUERO ASSINAR
Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários