Primeiro de tudo eu queria deixar claro que essa é uma crônica imparcial. Ela não é nem de direita nem de esquerda. Muito menos de centro. Ela é para frente. É como um filme do Paulo Gustavo: para todo mundo. Aliás, é como qualquer veículo midiático do País: para todo mundo.

Ela é uma crônica que vem, neutramente, dizer que a neutralidade é um mito. Principalmente na imprensa.…

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