Perdi minha amiga de mais de 50 anos. Fomos juntas para Paris em 1969 e desde então, afetivamente, não nos desgrudamos. Perdi-a neste momento em que ninguém pode despedir de seus mortos, sequer vê-los no hospital, sequer ver seu rosto na paz de quem já não está ali.

Descobri agora (tardiamente) que um…

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