E se?

Lá pelo fim da festa, no meio de mais um papo deprimente e idêntico a tantos outros que venho tendo nos últimos meses, cujo título poderia ser “como-diabos-o-Brasil-degringolou-desse-jeito-e-agora-meu-Deus-será-que-algum-dia-a-gente-sai-do-atoleiro?!”, o amigo…

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