Era março de 2020. No calendário de estreias brasileiro, tudo estava normal. Um número robusto de filmes investia em campanhas de marketing para, muito em breve, aterrissar nas salas de cinema, enquanto aplicativos de ingressos alardeavam os blockbusters do ano. De uma hora para outra, no entanto, os planos tiveram de ser abandonados. A pandemia de Covid-19 chegav...

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