A história da inteligência e da literatura teriam sido bem mais pobres, no Brasil, caso Paulo Rónai (1909-1992) não tivesse por aqui se refugiado em 1941, e iniciado uma exuberante carreira de filólogo, ensaísta e tradutor. Uma coisa é acompanhá-lo pela produção que nos deixou, como Mar de Histórias, que por 44 anos editou em parceria com Aurélio Buarque de Holanda. Ou...

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