Desde a Revolução Industrial, em meados do século XVIII, momento no qual os riscos da produção aumentaram demasiadamente, é que despontou a preocupação no âmbito trabalhista. Prevenir a fadiga muscular e generalizada por meio da limitação da jornada de trabalho estava entre os fatores primordiais de atenção na época.

A Consolidação das Leis do Trabalho, em 1943, e Constituições Brasileiras contribuíram para o incremento das ações no âmbito da Segurança e Medicina do Trabalho, nomenclatura até então utilizada, mais tarde sendo substituída por Segurança e Saúde no Trabalho, a conhecida SST.

Mas foi no ano de 1978, por meio da Portaria nº 3214, que as primeiras Normas Regulamentadoras (NRs) foram aprovadas no País. A partir desse marco, esperou-se a verdadeira e real implementação de melhores condições de trabalho aos trabalhadores inseridos nas organizações.

Ao longo de todos esses anos, inúmeras são as tratativas feitas no âmbito da Saúde e Segurança do Trabalho na preservação de vidas no contexto laboral e na manutenção da integridade tanto física quanto mental dos trabalhadores.

No ano de 2019, o Governo Federal lançou um projeto de atualização destas Normas Regulamentadoras, que se mantém em andamento até os dias atuais.

De acordo com o Ministério Público do Trabalho, esse projeto de revisão e alteração das NRs tem o enfoque de modernizar, simplificar e desburocratizar as regras que protegem a saúde do trabalhador e o meio ambiente do trabalho, a ser executado pela Secretaria do Trabalho, do Ministério da Economia.

Profissionais Engenheiros e Arquitetos atuantes

Neste cenário de mudanças, o profissional da Engenharia e Arquitetura com especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho é uma das figuras de destaque.

De acordo com a Resolução nº 359 do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia e Resolução nº 162 do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, o exercício dessa especialização é permitido exclusivamente a estas duas categorias profissionais (engenheiros e arquitetos) que se pós-graduarem na área.

Esses profissionais estarão inseridos no mundo do trabalho das organizações, tanto como empregados em regime de CLT, na constituição dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT, quanto como consultores nas quase 7,5 milhões de micro e pequenas empresas de todo o Brasil, de acordo com o Sebrae. Enquanto consultores em função da provável desobrigação legal dessas quase 7,5 milhões de empresas de constituir o SESMT (critérios: grau de risco e número de funcionários contratados).

Seja em qual empresa for, os profissionais engenheiros e arquitetos com especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, em muito contribuirão para a preservação das vidas que nestas empresas ocupam os mais diversos cargos. Também contribuirão para a qualidade de vida no trabalho no desempenho das atividades laborais que refletirá em todos os âmbitos da vida dos trabalhadores.

Curso de pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho da UniAraguaia

O Centro Universitário Araguaia já formou 17 turmas e está com três em andamento, totalizando 20 turmas. Aproximadamente 800 pós-graduados que tiveram uma formação de excelência, proporcionada por docentes de renome, dedicados e comprometidos com a educação. E que trazem para o âmbito acadêmico a prática profissional e todas as vivências de sua carreira enquanto engenheiros, arquitetos e docentes.

A preocupação se dá tanto com conceitos teóricos quanto com a prática da profissão, fundamental para a inserção no mercado de trabalho.

Nosso curso conta com aulas práticas que contemplam as atribuições dos profissionais e visitas técnicas em empresas parceiras, possibilitando ao aluno a vivência do “chão de obra e de fábrica”.

O aprimoramento profissional sempre proporcionará ao indivíduo realizações e oportunidades inigualáveis.

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Prof. Ma. Isabelle Rocha Arão
Coordenadora do Curso de Pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho