Oferecer uma experiência acolhedora e sensitiva aos seus pacientes, promovendo a arte e a cultura, faz parte do DNA do CRD – Medicina Diagnóstica que, há quatro anos, utiliza suas paredes e seus espaços para levar ainda mais vida e alegria às pessoas.

O Projeto Arte no CRD nasceu em 2016, sob o olhar artístico de Maria Idalina Tavares Daher, Relações Institucionais e responsável farmacêutica do CRD – Medicina Diagnóstica. Amante da arte, ela se deparou com as paredes e ambientes vazios na clínica e pensou como poderia levar um pouco mais de alegria e boas sensações àqueles pacientes em espera nos consultórios e recepções.

Foi então que ela decidiu transformar os espaços brancos em galerias, projetando artistas goianos reconhecidos nacionalmente com quadros, esculturas e fotografias. “A arte diz muito a uma pessoa, toca o seu coração e é capaz de transformar o seu dia”, afirma Idalina. “Muitas vezes, as pessoas chegam à clínica com problemas de saúde e ao se depararem com o ambiente artístico se sentem mais alegres e confiantes”, acrescenta.

A primeira edição do Arte no CRD aconteceu com a artista Filomena Gouveia, com a exposição Filmes de Ressonância, o que vai de encontro com o principal serviço realizado pelo CRD, que é o diagnóstico de imagem. “Foi uma feliz coincidência. A Filomena tinha problemas na coluna e já havia feito várias ressonâncias. Daquelas imagens, fez sua arte. Fizemos o convite, levamos a exposição para o CRD e a nossa primeira experiência foi fantástica, com grande aceitação do público”, detalha. Hoje, o projeto está em sua 21ª exposição. Vários artistas conhecidos regionalmente e nacionalmente já levaram um pouco de mais cor e emoção para a clínica.

AMBIENTES HUMANIZADOS

Idalina frisa que o trabalho tecnológico oferecido pelo CRD, com profissionais gabaritados e segurança total no diagnóstico de imagem, ganha ainda mais potencial com a experiência sensitiva e artística. “As salas de ressonância magnética, por exemplo, que podem gerar certo estresse nos pacientes, possuem quadros com flores, pássaros e arte moderna nas paredes. A arte está em todos os detalhes”, ressalta.

MÚSICA

Além das exposições dos artistas plásticos e fotógrafos, o CRD constantemente leva música aos seus pacientes. A harpista Aline Araújo, conhecida em todo o Brasil, esteve no último Dia Internacional da Mulher, em homenagem a todas as mulheres pacientes e colaboradoras do CRD. A clínica também já recebeu violinistas e saxofonistas.

“Agradeço aos artistas que já deixaram sua arte no CRD e deixo o convite aberto a outros artistas para exporem suas obras. A contribuição de cada um tem sido valiosa”, agradece Idalina Daher.