Fundado em 1989, o Banco ABC Brasil vem contribuindo de forma significativa com o desenvolvimento econômico do país. Reconhecido por sua profunda expertise na análise e concessão de crédito, assim como por oferecer a seus clientes um amplo portfólio de produtos e serviços, a instituição possui como diferencial o relacionamento duradouro que mantém com as empresas que operam no mercado brasileiro.

Diante da solidez de sua atuação junto a clientes corporativos nos segmentos Corporate (empresas com faturamento anual entre R$ 250 milhões e R$2 bilhões) e Large Corporate  (empresas com faturamento anual acima de R$2 bilhões), em 2019 o banco ABC Brasil ampliou o seu atendimento e criou o segmento Middle, passando a atender também  empresas de médio porte, ou seja, com faturamento anual de R$ 30 milhões a R$ 300 milhões.  Neste segmento, o Banco ABC Brasil apresentou no primeiro semestre deste ano um crescimento acima de R$ 200 milhões, o que representa aumento de 27% da carteria Middle do banco.

“As operações do Middle começaram na cidade de São Paulo. Hoje, com novas contratações de  officers e reforço da nossa estrutura, temos uma cobertura geográfica que nos deixa aptos a atender empresas deste segmento em praticamente todas as regiões do país. Diante desse cenário pelo qual o mercado passa, enxergamos perspectivas muito positivas para o crescimento dessa carteira”, destaca Antonio Sanchez, Vice-Presidente Comercial do Banco ABC Brasil.

Apoiado na estratégia de ampliar sua carteira de Middle, o Banco ABC Brasil vem apostando suas fichas em ofertar crédito para médias empresas e, consequentemente, ajudar o país a superar a crise econômica gerada pela pandemia da Covid-19. Para isso, uma das principais linhas de crédito do ABC Brasil, no momento, é o FGI – PEAC (Programa Emergencial de Acesso ao Crédito), destinado a empresas com faturamento anual entre R$ 30 milhões e R$ 300 milhões, e que teve início em 30 de julho deste ano, já tendo consumido mais de 60% do volume financeiro disponibilizados para os bancos.

Diante do ritmo acelerado na obtenção do financiamento via FGI (Fundo Garantidor de Investimento), a expectativa do mercado é que o montante de R$ 20 bilhões injetados pelo Tesouro Nacional, e operados pelo BNDES, seja completamente consumido até novembro, antecipando em um mês o prazo anteriormente previsto. De acordo com o Ministério da Economia, tal injeção de liquidez tem potencial para fazer com que os bancos consigam viabilizar até R$ 100 bilhões em operações de crédito para pequenas e médias empresas.

Neste contexto, o ABC Brasil possui alguns pontos que o credenciam como um dos principais bancos para ofertar financiamento via FGI, tais como: amplo limite de crédito aprovado pelo BNDES; isenção do custo seguro; prazo de carência de até doze meses; prazo de pagamento de cinco anos; e melhores condições de garantias, permitindo que as empresas liberem duplicatas para capital de giro.

“Essa linha de financiamento ao amparo do FGI é essencial para que o país consiga retomar seu crescimento econômico e as pequenas e médias empresas são partes fundamentais nesse processo. O Banco ABC Brasil possui apetite e condições especiais para disponibilizar essa linha de financiamento a empresas que se enquadram na nossa carteira de Middle, principalmente”, conclui Sanchez.

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