O Atlético-GO mudou o método para testar jogadores, comissão técnica e funcionários que estarão trabalhando no CT do Dragão assim que o clube tiver a liberação das autoridades de saúde para retornar aos treinos físicos em período de pandemia do coronavírus. Em vez dos exames de sorologia, que estavam programados para serem realizados em até 60 pessoas, a diretoria atleticana fez aquisição de 100 testes rápidos contra a Covid-19, segundo informação do supervisor do clube, Júnior Mortosa.

Para fazer os testes de sorologia, o Atlético buscava parceria com laboratório, mas não conseguiu. O custo para bancar exames do tipo seria bem mais alto do que com testes rápidos. O clube, no entanto, reforça que o plano de ação está sempre em aberto e podem ocorrer novas alterações.

Os kits não tiveram preços revelados pela direção. O clube pretendia fechar parceria com um laboratório clínico de Goiânia para os exames de sorologia, mas acabou mudando de ideia.

Além dos testes rápidos, o grupo terá de também responder ao chamado questionário epidemiológico, que envolve perguntas sobre o estado de saúde de cada um e comportamento. Outro recurso disponível no clube, assim que alguém tenha de adentar ao CT do Dragão, são os medidores de temperatura corporal a laser, que foram usados na sexta-feira (15), quando houve a entrega de 350 cestas básicas no CT do Dragão.

Todo esse aparato faz parte do protocolo médico preparado pelo departamento médico do Atlético. A intenção é que, a partir desses recursos e dos cuidados recomendados no documento de saúde (protocolo), as autoridades de saúde de Goiás possam flexibilizar a realização de treinamentos físicos, com atletas divididos em grupos de seis ou oito atletas.

Até agora, não há previsão de volta, mas 25 jogadores do elenco profissional já estão em Goiânia, à espera da autorização para voltar aos treinos.