Após não ter reconhecido assédio nas ações de Rogério Caboclo com uma funcionária da CBF, a Comissão de Ética da entidade reviu sua posição nesta segunda-feira (20) e decidiu aumentar a punição de afastamento do presidente de 15 para 21 meses. A informação foi publicada inicialmente pelo UOL e confirmada pela Folha. O presidente foi acusado por sua secretária ...

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