Mesmo sem o aval do presidente Jair Bolsonaro para uma reforma administrativa que alcance os atuais servidores, a equipe econômica usou uma das reformas enviadas ontem ao Congresso para cobrar desses funcionários sua “cota de sacrifício” pelo ajuste fiscal. A chamada PEC emergencial prevê, entre outros pontos, a possibilidade de reduzir por dois anos a jornada e os sa...

Você se interessou por este conteúdo?

Seja nosso convidado.

É só usar as chaves para abrir até
5 conteúdos por mês.
QUERO ASSINAR
Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários