O número de casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) em Goiânia subiu para 911 de acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela prefeitura da capital neste sábado (16).

São sete casos a mais do que o apresentado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) nesta sexta-feira (15). A capital não teve aumento de óbitos e segue com 29 vítimas da doença.  

Dos casos confirmados, 47% são homens e 53% mulheres e 30% são profissionais da saúde.

A faixa etária mais acometida é a de pessoas entre 20 e 29 anos (42%), seguida das pessoas com idade entre 40 e 59 anos (35%) e das com idade igual ou superior a 60 anos (18%). As duas faixas etárias com menos casos são as de pessoas com idade entre 10 e 19 anos (3%) e com menos de 10 anos (2%).

Dos 471 casos com investigação concluída, os principais sintomas foram tosse (62%), febre (54%), desconforto respiratório (37%), dor de garganta (31%), dor de cabeça (28%), diarreia (28%), perda de paladar (25%), perda de olfato (23%), dores musculares (21%) e vômitos (9%).

Já foram curadas 373 das 471 pessoas que testaram positivo para a doença e tiveram a investigação concluída. Outras 52 seguem em isolamento domiciliar, enquanto 17 estão internadas. 

Internações 

Do total de casos confirmados com investigação concluída em Goiânia, 73% não precisaram de internação, contra 27% que utilizaram uma unidade hospitalar.

Dentre os indivíduos internados, 68% usou a rede privada e 32% a rede pública, sendo que 62% do número total de internados precisaram de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Óbitos

Das 29 pessoas que morreram, 9 eram mulheres e 20 eram homens, sendo que 24 pessoas tinham idade igual ou maior que 60 anos, seguidas por quatro pessoas com idade entre 40 e 59 anos e uma com idade entre 20 e 39 anos. 

Os principais sintomas foram febre (66%), tosse (76%) e dispneia (79%). Em relação a doenças pré-existentes, 41% dos pacientes tinham diabetes, 21% pneumopatia, 38% cardiopatia, 17% obesidade e 21% doenças renais.

Vinte e duas pessoas que vieram a óbito precisaram ficar internadas em uma UTI. Dentre elas, oito ficaram internadas por menos de cinco dias, seis entre cinco e 10 dias e oito por mais de 10 dias.