O Centro de Reabilitação e Readaptação Henrique Santillo (Crer) e a Associação Goiana de Integralização e Reabilitação (Agir), organização social que administra a unidade de saúde, devem desligar colaboradores em situação de nepotismo. É o que recomendou o promotor de Justiça Fernando Krebs, em documento encaminhado à Agir. A OS rebateu a recomendação.

Os colaboradores do Crer cuja situação de parentesco é apontada na recomendação são: os médicos Murilo e Renato Tavares Daher, filhos do superintendente executivo da Agir, Sérgio Daher; a odontóloga Vilma Inutuka Rocha, mulher do diretor-geral do Crer, Válney Luiz da Rocha; Adriana Oliveira Guilarde, mulher do assessor de planejamento do Crer/Agir, Aderrone Vieira Mendes; o psicólogo Ricardo Dourado, filho do superintendente administrativo e financeiro da unidade, Claudemiro Euzébio Dourado; a médica Marcela Rassi Teixeira e a odontóloga Cinthya Isabela Teixeira Paranaíba, respectivamente, mulher e irmã do superintendente técnico de Reabilitação da Agir, João Alírio Teixeira da Silva Júnior, e o odontólogo Ricardo Arantes Gaioso, marido da gerente de Recursos Humanos do Crer, Veruska Ariadna Feitosa de Carvalho.