Sempre que precisa ir ao médico para um exame nos olhos, Amarylis Ferreira, de 80 anos, tem companhia. Mas não da filha ou de um neto. Quem a ampara é uma "concierge". A palavra francesa é requintada, mas revela uma necessidade corriqueira: a de evitar a solidão e proporcionar autonomia a idosos saudáveis no cenário de aumento da longevidade no Brasil. "Ela faz toda pa...

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