A Maternidade Oeste, em Goiânia, vai receber pacientes com coronavírus, segundo informou o prefeito Iris Rezende, na manhã deste domingo (22), durante reunião por teleconferência entre o presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, e a Frente Nacional dos Prefeitos, cuja pauta foi a adoção de medidas para enfrentar a pandemia de coronavírus no Brasil.

Segundo o chefe do executivo municipal, serão colocados à disposição da população 186 leitos de UTI exclusivamente para tratamento dos pacientes infectados.

"Determinei que a secretária da Saúde prepare a Maternidade Célia Câmara, que está prestes a ser inaugurada, para que ela possa receber, neste momento, pacientes com o novo coronavírus. Nosso objetivo é instalar 186 novos leitos de UTI no local e garantir o atendimento devido e isolado. Para agilizar o processo de adequação, pedimos que o Governo Federal nos auxilie com envio de equipamentos para UTI. De cá, nosso trabalho continua firme e incessante”, explicou Iris.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A reunião da manhã deste domingo foi por videoconferência com o presidente Jair Bolsonaro, com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e com os prefeitos das demais capitais do Brasil. Elencamos uma série de demandas urgentes para que Goiânia possa continuar garantindo a maior segurança possível aos nossos moradores. Dentre as diversas solicitações feitas durante toda a manhã, estão: - Auxílio do Governo Federal para compra de equipamentos para UTIs; - Envio de kits para a realização dos testes do novo coronavírus; - Recursos para o tratamento e auxílio aos goianienses; - Envio de materiais de segurança; #otrabalhonãopara #Goiânia #prevenção #coronavírus

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A reunião
A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) propõe a instalação imediata de um Comitê Interfederativo de gestão de crise, transversal, para gerir a crise instalada pela pandemia do coronavírus no país. Até o momento, existem, pelo menos, dois comitês importantes de crise instalados pelo Governo Federal. Mas, segundo os prefeitos, são flagrantemente insuficientes para tratar a crise de forma transversal.

A FNP solicita, também, que haja apoio aos municípios com disponibilização de recursos e que a sua distribuição leve em consideração a prevalência do número de pacientes infectados e a estrutura médico hospitalar disponível nos municípios. Será nas regiões metropolitanas e nas cidades polos, ou seja, nas médias, grandes cidades e capitais, que de fato ocorrerá o atendimento mais oneroso, entendem os prefeitos. 

O aumento significativo da evolução do número de casos de contaminação tem se mostrado maior nas grandes cidades. Além disso, o maior número de leitos em UTIs estão nas maiores cidades.