Fui acordada na madrugada daquele 5 de setembro de 2002 pelo telefone que tocava. Era uma amiga de infância, desesperada, aflita. “A Matriz está pegando fogo!” Primeiro, duvidei, achei absurdo demais. Incêndio na Matriz?! Como assim? “Estamos aqui, vendo essa tristeza”, relatou, direto do local do sinistro.Depois, ouvi narrativas de atos de heroísmo no impulso de ten...

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