Todas as vezes que tentava explicar aos coleguinhas a sua condição familiar, Ana Júlia, de 12 anos, acabava desistindo no meio da conversa. “Deixa pra lá. Minha história é complicada mesmo”, dizia. Para ela, o arranjo no qual estava inserida não apresentava nenhum problema em termos afetivos, mas na vida prática os embaraços começavam a despontar. A menina, por decisão...

Você se interessou por este conteúdo?

Seja nosso convidado.

É só usar as chaves para abrir até
5 conteúdos por mês.
QUERO ASSINAR
Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários