Durante 2 anos, 2 meses e 7 dias, Alexandra dos Santos Oliveira, de 39 anos, esperou pelo dia em que conseguiria, enfim, registrar a filha Anabel. A menina, que viveu por 35 semanas no ventre da mãe, não teve direito a um nome e na certidão de óbito constava apenas um espaço em branco. Ela não é a única. Diariamente, pelo menos duas mães e pais perdem seus filhos dur...

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