Empresa vai receber R$ 47,38 por dose aplicada de vacina em Goiânia

Com uma oferta de R$ 47,38 por dose, a Biovida DNA Exames de Paternidades e Imunizações Ltda foi quem apresentou a melhor proposta para vencer o pregão eletrônico aberto pela Prefeitura de Goiânia para contratação de empresa que pode vir a aplicar até 1 milhão de doses de vacina contra a Covid-19 na capital. Caso a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) necessite da totalidade do serviço, a Biovida receberá R$ 47,38 milhões.

O valor estimado pela prefeitura para o edital era de R$ 56,6 milhões pelo total do contrato. Esta informação foi tornada pública apenas após a oferta dos lances pelas duas empresas que participaram do processo licitatório. Além da Biovida DNA, o Instituto de Saúde Nossa Senhora da Vitória (INSV), de Santo Amaro (BA), havia proposto R$ 47,40 por dose. A proposta inicial da Biovida DNA era de R$ 81 por dose, enquanto o INSV ofertou por R$ 48 a dose.

Ipê de Goiânia que poderá ser tombado conta história de família

Membros de uma família que se formou ainda na década de 1950 em Goiânia estão em festa depois de saberem que uma árvore plantada pela matriarca será tombada como patrimônio goianiense. A notícia de que o exemplar de ipê amarelo localizado na Avenida Contorno, no Centro, que tem hoje cerca de 15 metros de altura, vai ser protegido e preservado por lei deixa os descendentes de Cecília de Siqueira Brito bastante animados. A proposta será encaminhada à Câmara Municipal no retorno das atividades legislativas, em agosto e, se aprovada, será garantia legal de cuidado com a árvore.

Paulista, Cecília veio de São José dos Campos para Goiás ainda jovem. Um tempo depois conheceu Agnelo Seixo de Brito. Se casaram na década de 1940 e em 1950 foram morar na casa da Rua Pedro Virgiano, que tinha fundos no que é hoje a Avenida Contorno e abriga um estacionamento de um supermercado. O lote da casa era bem espaçoso e os descendentes da família são unânimes ao lembrarem-se do cuidado que Cecília mantinha com as plantas e o quintal. Além do ipê amarelo, ela havia plantado e cuidava de goiabeiras, cajueiros, amoreiras, entre outros exemplares de frutas e plantas.

Público encara com cautela o retorno aos cinemas em Goiânia

Sair de casa, comprar os bilhetes e a pipoca, entrar na sala de cinema e assistir ao filme em cartaz na tela grande foram uma das coisas que o fotógrafo Kirah van der Lemon, 29, mais sentiu falta nos primeiros meses de pandemia. “Cinema é minha maior paixão. Até comprei um projetor para ficar em casa, mas não é a mesma coisa que uma sala de cinema”, diz. Com o novo decreto publicado na semana passada pela Prefeitura de Goiânia que permite a reabertura e funcionamento das salas de cinema goianienses com 50% de sua capacidade máxima, o goiano tem aproveitado para matar a saudade da experiência fílmica.

Diversas normas e regras estabelecidas pelas redes de cinema estão sendo adotadas nas salas de Goiânia, com padrões já elaborados em cidades como Aparecida de Goiânia e Caldas Novas, que reabriram as salas desde o ano passado. Na última terça-feira, por exemplo, Kirah levou a mãe, a avó e a irmã para assistirem o sucesso de Velozes e Furiosos 9, de Justin Lin, no Cinema Kinoplex, do Goiânia Shopping. “Elas não vão ao cinema desde antes da pandemia, há quase dois anos. Então até aceitaram ver o filme, mesmo não sendo fã”, conta o fotógrafo.