ARQUIVOS
Arquivos de 2016

(EFE)

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários

(Folhapress)

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários

As amigas Katyuscia Vilarinha, Tamara Roriz e Cejana Lopes curtiram tarde de sertanejo no Alabama Bar (Foto: Wildes Barbosa)
Verena Castro e Cláudia Freitas se reuniram no bar (Foto: Wildes Barbosa)
Walta Santos e Maira Balbino Dias marcaram presença no happy hour no Setor Marista (Foto: Wildes Barbosa)
Rita Rocha e Aleida Siqueira também se encontraram no agito (Foto: Wildes Barbosa)

Alianças

Giovana Alves Batista e Iuri Calassi Ferreira Lima ficam noivos amanhã e já marcaram a data do casamento para 8 de julho, no espaço de festas Maginific. Giovana é filha da empresária Adriana Rosa Reis e Fernando Alves Batista e Iuri é filho dos advogados Werner Von Braun de Oliveira e Waldirene Ferreira Lima de Oliveira.

Hostel

A esquina da Rua 9 com a Rua 22, no Setor Oeste, tem chamado a atenção pelo novo hostel instalado no sobrado que sediou a edição 2015 da mostra Morar Mais por Menos. Com menos de um mês de inauguração, o Nine Street está sob o comando da designer de interiores e empresária Patricia Fernandes e tem como identidade a sofisticação de um hostel de luxo. Ao lado do genro, o pecuarista Natal Scatolin, a empresária vai oferecer pratos com carnes nobres vindas diretos de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, onde o sócio é criador de gado angus. A chef Larissa Miguel assina o cardápio.

 

Fralda

Os procuradores do Estado Rafael Arruda e Renata Moreira comemoram o nascimento do primeiro filho, Felipe, que chegou terça-feira.

 

Rock

A banda norte-americana Radio Moscow, um dos maiores destaques do mundo no rock psicodélico, desembarca em Goiânia pela segunda vez dia 16 de janeiro. O debut foi no Festival Goiânia Noise de 2014. Os organizadores ainda não definiram o local do show.

Fragrância

Leonora Rocha Lima Nogueira está no Rio de Janeiro, onde organiza pessoalmente uma ação de sua marca de perfumes. Uma charmosa bicicleta circulará pelos calçadões das praias de Ipanema, Leblon, Copacabana, Barra e, ainda, por alguns pontos estratégicos, como Urca, Lagoa e algumas ruas da zona Sul. A bike levará as três fragrâncias da criadora para degustação.

Exposição

O Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC) abre sua temporada 2016 de exposições em 19 de janeiro com as individuais simultâneas Cenas da Arte Brasileira e Experiências, Memórias e Identidades. Nas mostras, trabalhos de artistas, como Tarsila do Amaral, Marcelo Grassman, Cícero Dias, Antônio Poteiro, Gustav Ritter, Nazareno Confaloni, Octo Marques e Pitágoras.

PETISCOS

Oriental - O chef Teo Beker é o novo sushiman do Hakone. O restaurante aproveitou a mudança no comando do balcão para lançar um rodízio cheio de novidades.

Águas quentes - O casal de dermatologistas Alessandro e Geórgia Alarcão viaja com a filha Rafaella para Caldas Novas. A família ficará na Pousada do Ipê, onde aproveitou para curtir a virada do ano.

Ano-novo - O restaurante divertido Los Compadres abre hoje, às 20 horas, com a festa Ressaca de Réveillon.

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários

Jasper Newton Daniel era o nome do garoto que, com apenas 13 anos de idade, comprou, de um pastor, a destilaria de uísque de milho no Tennessee, em 1863, para torná-la uma das marcas mais famosas em todo o mundo. Pastor luterano fazendo uísque? Criança fabricando álcool? É, os tempos mudaram... Civilizamo-nos (moderadamente) pelo menos até o ponto em que procuramos não permitir (oficialmente) que nossas crianças se aproximem do álcool. Mas mantivemos o álcool como nossa principal válvula de escape do mundo sóbrio e endurecido, a nossa portinha oficializada para o lúdico, o soma de Huxley... Descobrimo-lo por acaso, certamente, mas os destilados só são produzidos por ação do homem, são a ratificação dessa amizade tão duradoura entre o ser humano e o álcool.

Os uísques, por exemplo (como gênero de bebida, vamos aqui denominá-los todos com essa grafia). Jim (Beam), Jack (Daniel’s) e Johnnie (Walker) não são personagens de filmes americanos. São nomes famosos em todo o mundo, marcas de bebidas altamente consumidas e... confundidas. Sim, pois, ao contrário do muito que você já possa ter ouvido, eles pertencem, cada um, a classes distintas de bebidas. Os cardápios de meio mundo podem teimar no erro, mas agrupá-los sob a mesma denominação (invariavelmente sob o rótulo whisky) é o mesmo que chamar pinga de grapa ou confundir vodca com rum. Veja por quê.

As semelhanças

São derivados de cereais maltados.

São bebidas destiladas, ou seja, obtidas por meio da vaporização e sucessiva condensação de líquidos previamente fermentados, distinguindo-se da cerveja, do vinho e de outros produtos obtidos pelo processo simples de fermentação. A destilação gera produtos com maior teor alcoólico e menos perecíveis ao passar do tempo.

São estrangeiros (o scotch é obviamente escocês, o Jack é do Tennessee e o Jim, como todo bourbon, tem de ser produzido nos EUA para ser assim batizado).

São envelhecidos em carvalho por um período mínimo de tempo (dois anos para os bourbons e o Jack, quatro para a maioria dos scotch).

AS DIFERENÇAS

Milho x cevada: para ser chamado bourbon, o destilado tem de ter, na sua composição, pelo menos 51% de milho, regra também seguida pelo Tennessee Whiskey. O scotch whisky pode ser feito apenas de malte de cevada (conhecido simplesmente por malt) ou adicionando-se uma mistura de cereais, maltados ou não, em proporções reguladas pelo master blender (misturador mestre). Quando de malte puro (só malte de cevada), é chamado de pure malt – (single malt quando este malte provém de uma única destilaria). Quando vários cereais compõem o destilado (como os da família Johnnie Walker), ele é chamado de grain whisky (da mesma forma, single grain quando provém de uma única destilaria, blended quando de mais)

EUA x Escócia: mesmo seguindo todas as regras de produção para obter um bourbon, ele não será assim chamado se for feito fora dos EUA.

Tennessee x Kentucky: os produtores de bourbon juram de pés juntos que o Jack Daniel’s não é um deles por diferenças no método de produção. Na verdade, há realmente uma diferença: antes de ser armazenado no barril de carvalho para o amadurecimento, o velho Jack é filtrado numa coluna de carvão de maple, o que suaviza e carameliza sutilmente seu paladar. No restante, a elaboração segue todos os passos de um bourbon legítimo, de modo que há razões fortes o suficiente para pensar em bairrismos – a filtragem caiu como um ótimo pretexto!

O nome: por que bourbon?

Um nome francês para um uísque americano? Parece heresia, mas não é. As duas nações já foram amicíssimas, mais do que atualmente são. A França, eterna rival da Inglaterra, foi de fundamental relevância na expulsão dos ingleses durante a guerra da independência, especialmente no sul dos EUA (quem nunca ouviu falar da rua mais famosa de Nova Orleans, a Bourbon Street?). Pois é... Ao dividir o ainda Estado de Virgínia, o governo americano criou os condados (distritos) e, em alguns deles, nomeou em homenagem aos franceses – a família real da França, à época, eram os Bourbon. O porto principal de exportação do uísque de milho feito na região (hoje Kentucky) ficava no condado de Bourbon. No país, então, aquela bebida ficou conhecida como o “uísque de Bourbon” ou, como hoje, simplesmente bourbon.

Para ser bourbon...

Tem de conter, pelo menos, 51% de milho nos cereais que o compõem (a maioria tem mais de 60%).

Tem de ser envelhecido, no mínimo, dois anos em barril de carvalho americano de tosta alta

Tem de ser produzido no território dos EUA – com raríssimas exceções, no Estado de Kentucky.

Qualidade

Os bourbons podem ser divididos quanto à graduação alcoólica, ao tempo de envelhecimento e ao produtor.

Os fabricantes preferem a terminologia proof, tradicionalmente americana, ao mundialmente aceito Gay-Lussac (GL) para designar o conteúdo etílico da bebida. Frescura: a graduação em GL é a metade do proof. Os bourbons geralmente têm, na garrafa, de 45 a 55 GL, ou seja, um proof de 90 a 110.

Há o single barrel bourbon (feito de destilado envelhecido num único barril) e os small batch bourbons (feitos de misturas de poucos barris).

Marcas famosas

No Brasil, a marca mais conhecida de bourbon (além do Jack Daniel’s) é o Jim Beam. Ainda se encontra, com muita sorte, um ou outro exemplar de Wild Turkey. Veja outras marcas famosas de bourbon, sua idade de amadurecimento no barril de carvalho e sua graduação alcoólica (em proof):

■ Heaven Hill, 28 anos, aproximadamente 100º

■ Pappy Van Winkle’s, 20 anos, aproximadamente 100º

■ Elijah Craig, 18 anos, 90º

■ Eagle Rare, 10 anos, 101º

■ Noah’s Mill, 15 anos, 114,2º

■ Wild Turkey Gold, 12 anos, 101º

■ Jim Beam Black, 8 anos, 80º

■ Jim Beam White, 4 a 7 anos, 80º

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários

(Folhapress)

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários

(Extra)

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários

Bruno Félix

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários

Andréia Bahia

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários

(FP)

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários