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Arquivos de Março, 2015

(Rute Guedes)

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José Antônio Guedes

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(Folhapress)

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(BF)

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Romance

O Diário de Drácula

Marin Mincu

Tradução: Talita Tibola

208 páginas – R$ 36,90

Editora Autêntica Belo Horizonte

Drácula, tal como foi popularizado entre nós, pode não ter existido, mas seu inspirador, sim. Era o príncipe Vlad III, da Valáquia, um homem cruel que empalava seus inimigos. Neste romance histórico, o autor recupera dados reais sobre personagem tão controverso, que era amigo de um papa e mexeu com o destino de povos.

Biografia

(Foto: pc3producao)

A Fascinação das Palavras

Julio Cortazar e Omar Prego Gadea

Trad.: Ari Roitman e Paulina Wacht

296 páginas – R$ 55,00

Ed. Civilização Brasileira – RJ

Esta obra é peculiar em razão de ter sido escrita a quatro mãos, em uma catarse que tinha como tema a vida de uma mulher importante na vida dos dois autores argentinos e de ter sido finalizado nos últimos meses de vida de Cortázar. Por todos esses elementos, há nele um sentido de confissão amplo e contundente.

Contos

A Verdade É Uma Caverna

nas Montanhas Negras

Neil Gaiman

Tradução: Augusto Calil.

80 páginas – R$ 34,90

Editora Intrínseca – Rio de Janeiro

Neste conjunto de contos e crônicas, o cultuado autor Neil Gaiman, que transita pela literatura, pelo HQ e pelo cinema, há a saga de uma família que, em busca de um tesouro, depara-se com um mundo invisível e incompreensível, misturando mistério e ficção científica. A edição é ilustrada por Eddie Campbell.

Memórias

Diários de Berlim (1940-1945)

Marie Vassiltchikov

Tradução: Flávio Aguiar

475 páginas – R$ 69,00

Boitempo Editorial – São Paulo

A autora destes diários era uma mulher de sangue azul, uma princesa russa que viu a Europa mergulhar no caos e no sangue durante a 2ª Guerra Mundial. Ela também foi uma testemunha privilegiada de uma operação fracassada que quase pôs fim à vida de Adolf Hitler, o que teria abreviado o final do conflito.

Sociologia

Raízes do Brasil

Sérgio Buarque de Holanda

256 páginas – R$ 39,50

Companhia das Letras – São Paulo

Um verdadeiro clássico da interpretação do povo brasileiro acaba de ganhar uma nova edição. A obra em que Sérgio Buarque de Holanda cunha o influente conceito do “homem cordial” mostra-se extremamente atual mesmo depois de tantas décadas desde que foi escrito e continua leitura obrigatória e saborosa.

Romance

Sudário

John Banville

Tradução: Cássio Arantes Leite

296 páginas – R$ 39,90

Biblioteca Azul – São Paulo

A trama gira em torno de uma acadêmica que sofre de um distúrbio mental que, ao contrário de incapacitá-la, faz dela um gênio em sua área. Ela vai se envolver com outro professor, este de passado nebuloso. Ambos estarão em uma polêmica e explosiva pesquisa que pode revelar algo terrível sobre um símbolo do catolicismo.

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Cartas dos leitores

Dengue no Jaó

Não há dúvida de que estamos em plena epidemia de dengue em Goiânia. Eu mesma estou me recuperando de uma e não poderia me furtar a fazer um comentário. O poder público nos faz crer que estamos enfrentando essa epidemia porque nós, cidadãos, não tiramos a água parada dos vasinhos de planta, não limpamos as calhas, deixamos copos plásticos e tampinhas de garrafa acumularem água etc. Mas é claro que essa situação de epidemia está relacionada, principalmente, à falta de coleta diária de lixo e entulhos. 

No Setor Jaó, bairro próximo ao Ribeirão Meia Ponte e que é cercado de posses urbanas tanto no próprio Jaó quanto no Setor Negrão de Lima, é imprescindível que a coleta de lixo e dos restos de podas de árvores seja feita diariamente para que não se acumulem nas calçadas. A esporádica realização de “Frentes de Trabalho Ampliada” não resolve a situação.

Esther Maria de Paiva Siqueira
Setor Jaó – Goiânia

 

Auxílios do Judiciário

Todos os dias nos deparamos com mais um benefício concedido somente àqueles que já ganham além do que precisam e merecem, exemplo presidente da República, ministros dos tribunais superiores, governadores, senadores, deputados, membros do Judiciário de um modo geral, Ministérios Públicos, Tribunais de Contas etc.

Agora mesmo mais um reajuste foi aprovado pelos nossos ilustres deputados federais, concedendo passagem aérea para cônjuges acompanharem os nobres parlamentares até a capital, às nossas custas. Aonde vamos parar com tantas regalias saindo do bolso do povo que realmente trabalha? Onde fica o auxílio dos assalariados, que ganham salário mínimo para sobreviver e não têm nem a quem reclamar, pois quem poderia nos defender já pegou o trem da alegria dos altos salários e auxílios?

Valdeir Rodrigues
Cocalzinho de Goiás – Goiás

 

Concurso da PM

Recentemente, mais uma decisão do Judiciário reconheceu o direito dos aprovados no concurso da Polícia Militar do Estado de Goiás. A decisão é da 1ª Turma Mista dos Juizados Especiais do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás que, por unanimidade, seguiu voto da relatora, a juíza da 10ª Vara Criminal de Goiânia, Placidina Pires.

Enquanto isso, o cidadão goiano clama por mais segurança, diante da violência que assola o Estado. Não seria mais viável ao governo convocar os aprovados no concurso, ao invés de insistir nesta batalha que já parece perdida?

Anderson Arruda Mendes
Catalão – Goiás

 

Filantropia

A respeito da carta – Filantropia no Palácio (24/2) – do sr. Filadelfo Borges de Lima, penso que o mesmo está completamente equivocado quanto a este evento pontual que promove o governador de Goiás, Marconi Perillo, sempre em comemoração ao seu aniversário. Aliás, equivocado e possivelmente inadvertido quanto à importante cotização feita por inúmeras instituições sem fins lucrativos com o valor nesta festa arrecadado. Entidades sérias, legalmente instituídas e que, em sua maioria, têm como objetivo estatutário a “ajuda humanitária”.

Ora, temos que dar um basta nesta hipocrisia em rotular esta ou aquela forma de ajuda ao próximo. Desde que seja feita legalmente, dentro da ética e da moral. No mais, qual a diferença entre uma festa beneficente “elitizada” e uma “galinhada comunitária”? A finalidade é a mesma e pronto. Madre Teresa de Calcutá (a Mãe dos Pobres), em suas ações assistencialistas caritativas, não escolhia classe social ao pedir e angariar doações diversas para minimizar as necessidades básicas e vitais aos mais carentes. E estava ela coberta de razão!

Portanto, espiritualmente falando, a única diferença estaria na atitude daquele que doa exclusivamente para mostrar seu gesto à sociedade. Este, aos olhos do cristianismo, já teve sua paga aqui nesta esfera, mas não aos olhos de Deus. Porém, mesmo assim, sua contribuição bem usada, ajudará exemplarmente causas humanitárias dignas e necessárias.

E que assim seja! Faça o bem e não olhe a quem!

Roberto Célio P. Silva
Setor Pedro Ludovico – Goiânia

 

Carente de exemplos

Estamos órfãos de lideranças que transmitam e transpirem atitudes que  nos deixem confiantes no futuro. Vivemos num país do avesso. Um lugar onde acontecem “coisas estranhas”, como fechar escola para abrir presídios. Segundo o Ipea, entre 1994 e 2009 houve queda de 19,3% no número de escolas públicas do País. Em contrapartida, a quantidade de presídios aumentou em 253% no mesmo período. De acordo com o Instituto Avante Brasil, nos últimos 23 anos (1990 – 2013), a população carcerária aumentou 507%. A população brasileira cresceu 36%. E o que é pior, a criminalidade não diminuiu nesse período citado.

Enquanto cidadão consciente, até compreendo que  talvez muitos desses problemas até demorem a ter uma solução que contemplem a ansiedade do nosso povo. No entanto, isso se torna muito sério quando não enxergamos na nossa classe política e, principalmente, em nossos governantes, bons exemplos. De que maneira o cidadão comum, o contribuinte, o eleitor, o trabalhador brasileiro pode nutrir alguma perspectiva de mudanças, de sair de crises econômicas e políticas, se quem nos  governa não é confiável? Não temos líderes que deixem a população brasileira tranquila. 

Elson Ribeiro
Goiânia – GO

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