A coruja de Ipanema

Há um mês que a vemos, todas as manhãs, empoleirada num toco fincado na areia, em Ipanema. Quando passamos por ela no calçadão, a menos de três metros, gira o pescoço a 200 graus e arregala os olhos. Podem ser olhos de sono, porque estão sempre circulados por duas ou três…

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